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China terá novas regras para controlar violações da lei sobre poluição
2007/07/13
O diretor da Administração Geral da Proteção Ambiental do Estado (AGPAE), Zhou Shengxian, revelou nesta quinta-feira uma série de regras mais duras para tentar resolver o problema da poluição dos lagos na China. Zhou também criticou algumas políticas locais, que permitiram a funcionários locais ignorar riscos ambientais.

As novas regulamentações foram lançadas depois que uma pesquisa mostrou violações excessivas de regras ambientais em quase 90% dos parques industriais e em 40% das empresas do país.

O diretor disse que as novas regras cobrem as três maiores áreas de lagos da China, o Lago Taihu, o Chaohu, ambos no leste, e o Lago Dianchi, no sudoeste.

Agora estão proibidos todos os empreendimentos que prevêem a emissão de amônia e de substâncias fosforosas, o que deverá resultar na rejeição dos pedidos para implantação de projetos que se utilizem destes compostos.

Também estão proibidos a produção, o uso e a venda de detergentes que incluem substâncias fosforosas ao lado das áreas de drenagem dos lagos. A AGPAE também exige a remoção de todas as fazendas de peixes nas áreas dos lagos antes do final de 2008.

É proibido construir viveiros de peixes e fazendas de vegetais e flores que possam envolver uso de fertilizantes localizados a menos de um quilômetro ao lado dos lagos.

Zhou fez um resumo sobre as novas medidas em uma reunião especial sobre a poluição de lagos realizada em Hefei, capital da província de Anhui, leste da China.

"Os problemas ambientais, se forem tratados inapropriadamente, podem causar mais crises sociais. Assim, melhorar a qualidade da água se torna a nossa tarefa mais urgente", disse Zhou aos funcionários do setor de proteção ao meio ambiente.

As pesquisas da AGPAE mostraram que 87,3% dos 126 parques industriais em 11 províncias violaram as regras ambientais, o que permitiu a empresas prejudiciais se instalarem. Também descobriram que a metade das 75 fábricas de processamento de água não tratavam a água apropriadamente ou simplesmente não estavam em operação. Entre 529 empresas inspecionadas pela AGPAE, 44,2% violaram regras

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