| China se opõe à acusação americana sobre sua política religiosa |
| 2005/11/10 |
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Em coletiva à imprensa realizado hoje(10) em Beijing, o porta-voz da Chancelaria chinesa, Liu Jianchao, disse que o Departamento de Estado norte-americano repetiu, em seu Relatório sobre a Liberdade Religiosa Internacional de 2005, as acusações sem fundamento, à política religiosa chinesa e o statu quo da liberdade religiosa neste país, violando as normas básicas que regem as relações internacionais e interferindo os assuntos internos da China. À respeito, a parte chinesa declara forte descontentamento e firme oposição.
Liu Jianchao adiantou que o governo chinês protege a liberdade da crença dos cidadãos segundo as leis. Todas as etnias e a população em todos os lugares da China gozam da liberdade de religião. Neste aspecto, o povo chinês tem mais seu direito à palavra. Ele enfatizou que a parte chinesa exige que a parte americana cesse a interferência nos assuntos internos da China, encare seus próprios problemas da liberdade religiosa e faça mais coisas que promovem o entendimento mútuo entre os dois países. |